sábado, 25 de abril de 2020

China Art Gallery - Mahjong

Jogo de Mahjong Uma das grandes paixões dos chineses é este jogo... Por altura do Festival da Primavera (Ano Novo Lunar) quando as famílias estão reunidas fazem-se mesas que duram toda a noite até de madrugada... Embora não seja um jogo de azar os chineses com o seu gosto pelos jogos a dinheiro logo trataram de arranjar umas regras de apostas que poderão ser extensivas a quem está por fora a assistir! Já passei algumas noites mal dormidas... não porque estivesse a jogar mas pelo ruído nos quartos de hotel onde se reúnem para jogar noite e dia, principalmente nas férias do Spring Festival. O estojo que vos apresento em fotos foi por mim comprado numa feira de velharias em Cantão (Guangzhou) e pelo aspecto parece ser mesmo antigo... “Mahjong (Mah Jongg, Majiang, Majongue, Majong, Ma-Jong,)[1] é um jogo de mesa de origem chinesa que foi exportado, a partir de 1920, para o resto do mundo e principalmente para o ocidente. É composto de 144 peças, chamadas comumente de “pedras”. São elas: 36 pedras do naipe “Círculo” (Ponto, Tong Zi Pai 筒子牌) 36 pedras do naipe “Bambu” (Cabo, Suo Zi Pai 索子牌) 36 pedras do naipe “Caractere” (Miríade, 10 mil, Wan Zi Pai 萬子牌) 16 pedras de Vento “Leste” (Dong 東), “Sul” (Nan 南), “Oeste” (Xi 西), “Norte” (Bei 北) 12 pedras dos Três Dragões “Centro Vermelho” (hong zhong 紅中), “Obter Fortuna” (Fa Cai, 發財) e “Pedra Branca” (Bai Ban 白板) 4 pedras de flores 1 “Ameixa” (Mei 梅), 2 “Orquídea” (Lan 兰), 3 “Crisântemo” (Ju 菊) e 4 “Bambu” (Zhu 竹) 4 pedras de estações 1 “Primavera” (Chun 春), 2 “Verão” (Xia 夏), 3 “Outono” (Qiu 秋) e 4 “Inverno” (Dong 冬) Excetuando as pedras de flores e estações, que não se repetem, existem quatro cópias de cada pedra. As pedras dos três naipes (Círculo, Bambu e Caracteres) estão numerados de forma análoga de 1 a 9. Em relação aos ventos existem quatro: Leste, Sul, Oeste e Norte. Também existem três Dragões: Centro, Branco e Fortuna. Todas as pedras perfazem um total de 9 x 3 + 4 + 3 = 34 pedras distintas, que se repetem quatro vezes. Somando as quatro estações e as quatro flores obtemos 34 x 4 + 4 + 4 = 144 pedras. Um jogo ocidental que muito se assemelha ao Mahjong é o Rummy e também a Canastra (Buraco), ao que se trata de fazer conjuntos de pedras, como uma sequência de três pedras do mesmo naipe, três ou quatro pedras iguais. As flores e as estações que dão pontos extras não são utilizadas em todas as versões do jogo.” (Fonte:Wikipédia)
“História Segundo parece, o Mahjong moderno é descendente de um antigo oráculo que há milênios era consultado pelos adivinhos chineses. Quando seus astrônomos começaram a registrar as progressões do Sol, da Lua e dos planetas utilizavam um tabuleiro de adivinhações para prever a posição dos corpos celestes. Os movimentos destes astros no céu era registrado movendo os contadores pelas casas do tabuleiro. Este é possivelmente a origem de muitos jogos difundidos, como o Pachisi e o Mahjong. Precisamente neste último são verificados sinais desta origem de oráculo, como a inversão dos pontos cardeais (já que se trata de uma representação dos céus e não terrestre) e a divisão de treze pedras, que representam os meses do calendário lunar. A palavra Mahjong é a transcrição livre ocidental do nome original Ma Jiang ou Ma Jiang Pai, onde Pai significa pedra, peça. Seu antecessor recebia o nome de “Jogo das folhas em tiras” porque as fichas eram feitas de papel, semelhante ao baralho comum. De todo modo, a história do Mahjong é obscura e existem vários jogos antecedentes pouco documentados. Um jogo mais ou menos similar ao que jogamos hoje foi inventado na Dinastia Tang, durante o reinado do imperador Tai Zong (626 - 649), para diversão da casa imperial e dos nobres. Em toda a Ásia o Mahjong adquiriu enorme popularidade, de modo que muitos países o consideram como jogo nacional; existem variantes japonesa, coreana, vietnamita, filipina, e é normal que quaisquer festas, celebrações e até mesmo negócios importantes acabem em algumas partidas de Mahjong. Também devemos nos lembrar que existe uma variante israelita. Com o tempo foram-se abandonando as cartas de papel com que se jogavam nos primórdios, começando a serem fabricadas peças de marfim ou osso, todas elas sobre o bambu, e as mais modernas de baquelita ou plástico, que são relativamente baratas e duradouras. Existem jogos de Mahjong que são verdadeiras obras de arte.” (Fonte:Wikipédia)

China Art Gallery - Porcelana Ming

Botões de Punho - fragmentos de porcelana Ming Estes par de botões de punho foram-me oferecidos por Mrs Zhu, neta do Vice-Presidente da China - Zhu De (ao tempo de Mao Tse-Tung, com Zhu Enlai e Liu Shaoqi, os quatro figuravam nas antigas notas de 100yuan) - em 2008, quando completei 20 anos de cooperação com a CNMTC e SNL BEIJING, empresas que Mrs Zhu dirigia antes de se retirar... As porcelanas Ming -brancas e azul cobalto - são das mais procuradas e prestigiadas que até os cacos das peças partidas ou fragmentos encontrados em escavações são aproveitadas e utilizadas noutras obras de arte ou joias... Gostaria de ter alguns exemplares de porcelana da Dinastia Ming, como as fotos que vos mostro e que já vi em alguns museus, mas limito-me a possuir algumas imitações que a seu tempo vos mostrarei...
Um pouco de história... “Durante a dinastia Ming (1368-1644), a louça azul e branca alcançou seu ponto alto, especialmente no século XV. Já na dinastia Qing (1644-1911), os esmaltes da "família verde" se tornaram populares no reinado do imperador Kangxi (1662-1722) e a "família rosa" no reinado de Youngzheng (1723-1735). O complexo de fabricação de cerâmica de Jingdezhen teve hábeis diretores durante o século XVIII e desfrutou do patrocínio da corte, especialmente no governo do imperador Qianlong (1736-1795), grande incentivador das artes e colecionador. A cerâmica chinesa produzida após o século XVIII tem sido vista apenas como hábil imitação dos modelos antigos.” Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 24 de abril de 2020

China Art Gallery - Pote de Porcelana

Delicada, bonita e de extrema qualidade. A porcelana chinesa é um item maravilhoso e que deixa qualquer casa requintada e cheia de charme. Confeccionada pela primeira vez na China, entre os séculos VII e IX, a porcelana nasceu da mistura dos minérios feldspato e caulim que, aquecidos a 1.450 graus Celsius, vitrificavam e formavam o objeto. Denominada yao, a porcelana chinesa é símbolo máximo de tradição na fabricação de cerâmica e porcelana. O nome porcelana vem do italiano porcellana – nome adotado por Marco Polo para descrever o material que conheceu na China e foi imitado posteriormente na Itália.

China Art Gallery - Botija de Bronze

Os invernos no norte da China são frios... as noites severas... Botija de cobre... comprada em BEIJING Panjiayuan, feira de velharias...

China Art Gallery - O Cisne e a Rã (Latão de Hebei)

Castiçal em latão ( Hebei, China) O cisne e a rã... ou a rã no lago dos cisnes sobre a folha de nenúfar... ver vídeo... https://youtu.be/MDy_XrWfxHY

China Art Gallery - Cachimbos de Ópio

Cachimbos de ópio... O declínio do Grande Imperio Celeste deveu-se a introdução do ópio na China pelos ingleses e franceses... Após a independência dos Estados Unidos a Inglaterra perdeu grande parte dos seus proventos e virou-se para Oriente... Da China vinha o chá, as porcelanas, as sedas... a balança comercial era difícil de equilibrar... A venda do ópio plantado nos campos da Índia era a forma de o fazer... mais adormeceriam um povo até ao seu domínio...
O ópio... do latim opium, e este, por sua vez, do grego ὄπιον, transl. ópion (derivado de ὀπός, transl. opós, 'suco' [da planta]), conhecido como anfião no comércio oitocentista português com a China,[1] é uma mistura de alcaloides extraídos de uma espécie de papoula (Papaver somniferum), de ação analgésica, narcótica e hipnótica.[2] O ópio é produzido mediante a desidratação do suco espesso (látex) contido nos frutos imaturos (cápsulas) da planta. O látex contém aproximadamente 12% de morfina, alcaloide analgésico que é processado quimicamente para produzir heroína e outros opioides sintéticos de uso medicinal, embora também negociados ilegalmente. O látex contém, ainda, os opiatos codeína e tebaína, além de alcaloides não analgésicos, tais como a papaverina e a noscapina( fonte: wikipedia).
Guerra do Ópio Na verdade, não foi uma guerra, mas duas – ambas travadas no século 19 na China. Nesses conflitos, Grã-Bretanha e França se aliaram para obrigar a China a permitir em seu território a venda de ópio, uma droga anestésica extraída da papoula. Para britânicos e franceses, exportar ópio para a China era uma forma de compensar o prejuízo nas relações comerciais com os chineses, que vendiam aos ocidentais mercadorias muito mais valorizadas, como chá, porcelanas e sedas. Mas o governo de Pequim não via o troca-troca com bons olhos: a partir do século 18, o consumo da droga explodiu no país, causando graves problemas sociais – nem um decreto imperial de 1796 conseguiu deter a expansão do problema. A coisa pegou fogo de vez em 1839, quando o governo chinês destruiu uma quantidade de ópio que estava na mão de mercadores britânicos equivalente ao consumo de um ano. O governo da Grã-Bretanha reagiu enviando ao Oriente navios de guerra e soldados, dando origem à primeira Guerra do Ópio. Mais bem equipada, a tropa britânica venceu os chineses em 1842, obrigando-os a assinar um tratado de abertura dos portos e de indenização pelo ópio destruído – mas o comércio da droga continuava proibido. O negócio complicou de novo em 1856, quando autoridades chinesas revistaram um barco britânico à procura de ópio contrabandeado. Era a desculpa que a Grã-Bretanha precisava para declarar a Segunda Guerra do Ópio, vencida novamente pelos ocidentais em 1857. Como preço pela derrota, a China teve de engolir a legalização da importação de ópio para o país por muito tempo: o uso e o comércio da droga em território chinês só foram banidos de vez após a tomada do poder pelos comunistas, em 1949. Fonte: Wikipédia.

China Art Gallery - The Enviroment Protection Art

The Enviroment Protection Art... Em BEIJING visitei 798 Art Zone... a transformação de um bairro industrial com predominância para produtos electrónicos e cablagens desde 1950 numa zona de ateliers de arte... Tomou o nome 798 ( Qi Jiu Ba)porque foi na fábrica com esse número que tudo começou... Saltou-me à vista um artesão que recortava latas de Coca-Cola e fazia elaboradas esculturas... não resisti a comprar esta Caravela... Como curiosidade a grandiosidade desse bairro industrial que englobava uma estação de comboios ainda com a locomotiva... e a realização de festivais de música techno!